Memória, poesia e alerta sobre as violências que se disfarçam de afeto, autoridade ou cuidado, e sobre o que uma mulher faz com elas.
Uma menina migrante aprende, diante das serpentes do Butantã, que o perigo que se mostra é menos cruel do que a ternura que mente. Décadas depois, a mulher que ela se tornou descobre que o mundo está cheio de serpentários sem vidro: na casa, no trabalho, no amor, nos processos.
Dó de pena. Dó de nota musical. Dó de quem já sentiu muito e, mesmo assim, escolheu cantar.
“A dor não me tornou um monstro. Tornou-me defensora.”Lançamento digital em 2026
Prosa poética, um poema, uma carta escrita como playlist e uma oração trazida pelo vento.
Selecionado no I Concurso de Crônicas e Poesias do IBDFAM e publicado na coletânea Horizontes de Afeto, lançada no XV Congresso Brasileiro de Direito das Famílias e Sucessões.
Os Orixás, os caminhos e a mulher que me tornei. Pontos, saudações e rito.
O mal permitido, a publicidade e o adoecimento de uma nação.
Livro de memória, resiliência e alerta.

Nasci em Minas Gerais e cheguei a São Paulo aos dois anos, em 1970, numa família empurrada pelo êxodo rural. Cresci entre a pobreza, o medo e as visitas de fim de semana ao serpentário do Butantã, onde aprendi a olhar.
Estudei Direito, tornei-me advogada em 1997 e criei minha filha sozinha. Sou Mestre em Ciências Jurídicas pela Washington & Lincoln University (título obtido no exterior), pesquisadora do Centro Universitário Estácio Brasília, com onze artigos em periódicos jurídicos, e atuo como advogada voluntária no acolhimento a mulheres em situação de violência.
Filha de Oxum Opará, com Xangô como juntó, escrevo como quem acende uma vela: com fé, com tremor, com verdade. Vivo em Belo Horizonte.
Você não está sozinha. Peça ajuda, mesmo que ainda não saiba o que fazer.
elencrisn@hotmail.comPara imprensa, convites para palestras e lançamentos.